Alemanha e Holanda suspendem missões no Iraque após EUA colocarem suas forças em alerta

The sun sets behind a C-17 Globemasterat Joint Base Balad, Iraq, as Soldiers begin boarding
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 No início do dia, o Departamento de Estado dos EUA ordenou que todos os funcionários do governo americano que não estivessem encarregados de emergências deixassem o Iraque, informou a embaixada norte-americana em Bagdá em um comunicado.

A Alemanha está suspendendo sua participação no programa de treinamento militar iraquiano devido às crescentes tensões na região, informou a Deutsche Presse-Agentur GmbH (DPA) citando fontes militares.

Um porta-voz do Ministério da Defesa confirmou esta informação, dizendo que a Alemanha não tem indicações de possíveis ataques supostamente apoiados pelo Irã. Mas isso não significa que os programas de treinamento não possam ser retomados nos próximos dias, acrescentou o porta-voz.

Existem atualmente 160 soldados militares alemães no Iraque.

A Holanda se juntou à Alemanha para suspender sua missão no Iraque devido à ameaça da segurança, segundo a Agência de Notícias ANP.

A declaração acontece um dia depois de o Comando Central dos EUA ter anunciado que as forças dos EUA no Iraque e na Síria foram colocadas em "alerta máximo" após "ameaças críveis das forças iranianas" na região.

Os Estados Unidos disseram no início de maio que estavam deslocando o porta-aviões USS Abraham Lincoln e uma força-tarefa de bombardeiros perto do Irã para enviar "uma mensagem clara e inequívoca" a Teerã. Na semana passada, o secretário interino da Defesa dos EUA, Patrick Shanahan, aprovou o envio do sistema de defesa antimísseis Patriot e do USS Arlington (LPD-24) para o Oriente Médio.

No outono passado, os Estados Unidos fecharam seu consulado na cidade iraquiana de Basra, citando ameaças do Irã. Washington também acusou o Irã de atacar o Consulado e a Embaixada dos EUA na capital iraquiana de Bagdá.

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