Cidadão dos EUA é condenado na Rússia a 16 anos de prisão por espionagem

(atualizado 06:28 15.06.2020) Sputnik

Paul Whelan, suposto espião dos EUA detido na Rússia

Um tribunal de Moscou condenou nesta segunda-feira (15) um cidadão dos EUA, Paul Whelan, a 16 anos de prisão em penitenciária de segurança máxima por espionagem.

"Sentenciar a uma pena de prisão de 16 anos em colônia de segurança máxima", determinou o juiz do tribunal.

O Ministério Público pedia ao tribunal 18 anos de prisão para Whelan. Na sua última declaração, o acusado negou estar envolvido em espionagem. Ele pretende recorrer da decisão do tribunal.

O processo judicial era acompanhado de perto pelos EUA, o embaixador americano veio várias vezes ao tribunal, no entanto ele nunca foi autorizado a entrar na sala de audiências, sendo que o caso está sob sigilo.

Durante a prisão preventiva, Whelan se queixava regularmente do seu estado de saúde, e de não ser autorizado a realizar chamadas telefônicas.

No entanto, recentemente, após 16 meses de prisão, lhe foi permitido ligar aos seus pais, além disso passou por uma cirurgia para remover uma hérnia.

A investigação não divulga os detalhes do caso. De acordo com o comunicado da imprensa do Serviço Federal de Segurança da Rússia, o cidadão dos EUA Paul Whelan foi detido em 2018 durante uma "ação de espionagem".

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